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Cedae começa a usar carvão ativado para tratar água do RJ

Há mais de 20 dias água que sai das torneiras tem cheiro e gosto de terra por causa da geosmina, uma substância produzida por algas.

A companhia de abastecimento do Rio de Janeiro começou nesta quinta-feira (23) a usar carvão ativado no tratamento da água. Faz 21 dias que a população sente gosto e cheiro de terra na água que sai das torneiras.

O carvão ativado foi lançado na água da estação de tratamento do Guandu. A Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), do Rio de Janeiro, garante que o produto vai resolver o problema do cheiro e do gosto de terra causado pela geosmina, uma substância produzida por algas.

A Cedae informou nesta quinta que o carvão começa a fazer efeito daqui a uma semana. Enquanto isso, segundo a companhia, a população pode usar água encanada sem susto.

Só que muita gente se sente mais segura bebendo água mineral. O problema é o custo extra.

A geosmina é apenas um dos problemas da água que abastece nove milhões de pessoas.

A estação de tratamento do Rio Guandu é a maior do mundo. Trata 43 mil litros de água por segundo. Só que essa água recebe uma quantidade de esgoto que daria para encher 22 piscinas olímpicas todos os dias.

O coordenador do Laboratório de Microbiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Fabiano Thompson, ficou impressionado com a quantidade de dejetos na água que ele coletou próximo da entrada da estação.